Couve: um vegetal já famoso por sua ação desintoxicante e por ser rico em ferro até mais que a carne é um dos primeiros substitutos a se pensar para aqueles que iniciam uma dieta vegetariana ou ainda lacto-ovo-vegetariana.
domingo, 10 de março de 2019
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Comprovando os Ensinamentos de Max Heindel
"A humanidade no princípio era vegetariana; a carne não era permitida, porque foi ensinado ao homem que a vida estava no sangue.
Noé foi o primeiro a usar alimento carnívoro. Porém o homem carnal continuou satisfazendo seus desejos animalescos alimentando seu corpo com o sangue e a carne de seus irmãos mais jovens. Desta maneira fechou as portas do mundo celeste para si mesmo, como disse Mabel Collins:
"Nenhum homem que derrame o sangue e coma carne, tocou alguma vez o segredo principal das coisas, ou provou da árvore da vida. Porque o pé da besta carnívora não pode calcar os pisos dourados e os lábios manchados de sangue não podem pronunciar o nome divino".
Unicamente por meio da abstinência destes "prazeres" destrutivos da alma e purificando o corpo dos contaminantes efeitos do tabaco, do álcool, da carne, das drogas e das radiações, pode o neófito esperar alguma vez alcançar este desejado estado de iluminação espiritual.
A época futura, será uma época vegetariana e livre de contaminação. A humanidade gradualmente cessará de desejar estas coisa e o homem que deseja fazer progresso no caminho da iniciação também deve desenvolver a vontade para vencer estes hábitos. A carne tem um efeito estimulante sobre o sangue do homem. Cria uma ânsia e um desejo de bebidas embriagantes e outros estimulantes externos. Raramente se encontra um viciado em bebidas, que seja vegetariano; portanto o novo pacto suprimirá estes alimentos. A nova época será de maior pureza e refinamento, tanto material como espiritual e a humanidade uma vez mais poderá "entrar no Reino de Deus" desde o interior."
(Trechos de uma lição e Filosofia da The Rosicrucian Fellowship, publicada na revista Serviço Rosacruz de julho, 1984).
(Trechos de uma lição e Filosofia da The Rosicrucian Fellowship, publicada na revista Serviço Rosacruz de julho, 1984).
Abaixo um link que informa dados comprovando as afirmações desses Ensinamentos
16 milhões de pessoas já são veganas ou proto-vegetarianas nos EUA
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
sábado, 12 de dezembro de 2015
Conservante na Eucaristia
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| Christ Blessing The Sacrament, Carlo Dolci |
O
sustento com que nutrimos nossos corpos deve passar por um processo alquímico
de morte e ressurreição, ou seja, deve expirar em sua natureza original, para
ser transmutado em alguma coisa maior. A vida individual de cada célula do
alimento deve ser mudada pelo nosso Espírito para se tornar uma parte da força
vital em nosso corpo.
O
processo de morte e ressurreição é impedido consideravelmente pelo uso de conservantes
químicos na comida, uma prática análoga ao embalsamamento. De acordo com tais
circunstâncias, a comida continua no nível químico e afeta, principalmente, o
éter químico, responsável pela assimilação. Da mesma maneira, uma atitude
materialista com relação à comida, não permitirá o processo de transmutação.
Se
considerarmos a comida meramente como proteínas, gorduras e carboidratos, tal
qual os nutricionistas modernos clamam, perderemos uma grande oportunidade
espiritual. Em lugar de transmutarmos a comida para auxiliar os propósitos do
Espírito, geralmente deixamos que ela permaneça no nível químico para auxiliar
somente os propósitos do corpo físico.
Então,
qual atitude deveríamos assumir com relação à comida? Pela virtude do sacrifício
do Cristo, que tem agora de se tornar o Espírito da Terra, o planeta inteiro é
penetrado com Sua vida. Quando comemos a comida que vem de Seu amor, comemos na
lembrança de Seu sacrifício. Compartilhando, então, de Seu corpo e de Seu
sangue, nós começaremos a eterizar nossos corpos e a acelerar o dia de Sua
vinda, pelo qual ardentemente oramos.
"Portanto,
quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus" (I cor. 10:31)
Traduzido
da Rays from the Rose Cross, "Preservatives in the Eucharist" por Eduardo Prearo.
domingo, 23 de agosto de 2015
Quiabo com Abóbora
Utilizarmos
em nossas receitas legumes e verduras da época e da região em que vivemos, além
de ser econômico, é muito benéfico para a saúde, pois estes ingredientes estarão
mais livres de elementos químicos e agrotóxicos necessários para a produção “forçada”
do alimento.
Esta
receita juntamente com o acompanhamento sugerido é completa quanto a nutrientes
e muito benéfica para a pele e para a visão, pois é riquíssima em vitamina A e
em Betacarotenos.
Quiabo com
Abóbora
Ingredientes:
·
500 g de quiabo
·
¼ de abóbora japonesa (conhecida também como cabotiã
Ingredientes para o acompanhamento
opcional:
·
200g
de soja (não transgênica) granulada
·
Cogumelo
(quantidades a gosto)
·
Cenoura
(quantidades a gosto)
·
Chuchu
(quantidades a gosto)
Temperos (a gosto)
·
Alho
porró/folhas de Louro.
·
Óleo,
azeite.
·
Salsinha
/ cebolinha verde.
·
Sal,
com moderação
·
Manjericão/pimenta
etc.
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